Quem mora no Centro, em Catu - BA, e precisa internar um familiar por álcool ou drogas tem as clínicas de recuperação da rede à disposição: 12 clínicas em Catu, com internação masculina e feminina. O primeiro contato é com Maurício, pelo 0800 591 8895 ou WhatsApp, sem custo e em sigilo.

a partir de R$ 3.000,00/mês
a partir de R$ 1.400,00/mês
a partir de R$ 1.500,00/mês
a partir de R$ 1.600,00/mês
a partir de R$ 1.600,00/mês
a partir de R$ 1.600,00/mês
Todas atendem famílias de Catu. O atendente confirma a vaga, manda fotos e valores pelo WhatsApp e orienta como é a chegada do paciente.
Entre as 12 clínicas que atendem famílias de Catu, temos 8 masculinas, 3 femininas e 1 mista; 12 com internação involuntária (e voluntária). Todas divulgam o valor mensal: de R$ 1.200 a R$ 3.000, com mediana de R$ 1.600 (11 custam até R$ 2.000). Em geral o valor cobre hospedagem, alimentação e a rotina terapêutica; pergunte o que está incluído antes de fechar. Todas trazem fotos reais da estrutura no anúncio, para a família comparar quartos, áreas comuns e refeitório antes de escolher.
A tabela com as faixas de valor e o que cada clínica cita no anúncio está na página de Catu.
No Centro, como em toda a cidade, o primeiro passo é o mais difícil: admitir que a pessoa precisa de internação. A partir daí a rede resolve o resto. Maurício atende pelo 0800 591 8895, apresenta as clínicas masculina e feminina com vaga, envia fotos e valores pelo WhatsApp e, quando a família fecha, a clínica combina a chegada do paciente. Tudo sem custo até a decisão.

Quando há depressão, ansiedade, bipolaridade ou esquizofrenia junto com a dependência, a clínica precisa de psiquiatra com presença regular e protocolo para medicação. Diga ao atendente qualquer diagnóstico ou remédio em uso.
Quase toda a rede atende homens. As unidades combinam rotina, atividade física, laborterapia e terapia em grupo, e boa parte aceitam internação involuntária com laudo médico.
Menores de idade precisam de autorização dos responsáveis, equipe com formação em adolescência, espaço separado dos adultos e, em alguns casos, acompanhamento do Conselho Tutelar ou da Justiça. Poucas unidades atendem; informe a idade no primeiro contato.
A Lei 9.656/1998 e o rol da ANS exigem que os planos de saúde cubram o tratamento da dependência química, inclusive internação psiquiátrica, respeitadas as regras de coparticipação. Se a unidade credenciada fica em outra cidade ou estado, a clínica cuida da remoção, e a família arca apenas com o que ficar fora da cobertura.
a rede do Ache tem 107 clínicas em 14 estados que atendem por convênio, somando 56 planos. Se o seu plano cobre uma delas, a clínica organiza a remoção a partir de Centro, Catu. Os mais aceitos na rede:
Em caso de negativa do plano, a família pode registrar reclamação na ANS (0800 701 9656) e solicitar a negativa por escrito; várias negativas são revertidas com o pedido médico e o laudo.

A internação é uma etapa; o que sustenta a recuperação é o acompanhamento depois da alta, perto de casa. Em Catu o Ache Clínicas tem 37 profissionais de saúde cadastrados (26 médicos e 2 psicólogos) e 10 clínicas e consultórios; 3 atendem também online. Convém combinar com a clínica, antes da alta, quem vai seguir o caso.
Todos os profissionais em Catu · Clínicas e consultórios em Catu
Quem não pode pagar uma clínica particular tem caminho pelo SUS: o CAPS AD (ou o CAPS geral e a UBS, nas cidades que não têm CAPS AD) faz acompanhamento sem internação, com médico, psicólogo, grupos e medicação. Para internação gratuita, as opções são leitos de saúde mental em hospitais públicos e comunidades terapêuticas conveniadas, normalmente com fila. O ponto de partida em Catu é a UBS do bairro ou a Secretaria Municipal de Saúde. Reuniões de AA, NA e Amor-Exigente são gratuitas e ajudam a família enquanto a vaga não sai. Emergência: SAMU 192; apoio emocional: CVV 188.
Três leis organizam o tratamento no Brasil. A Lei 10.216/2001 garante os direitos da pessoa com transtorno mental, inclusive o dependente químico: tratamento em ambiente adequado, informação sobre o que está sendo feito e preservação dos vínculos familiares. A Lei 13.840/2019 atualizou a política sobre drogas, autorizou a internação involuntária a pedido da família com laudo médico e fixou o prazo máximo de 90 dias. A Lei 9.656/1998, com o rol da ANS, obriga os planos de saúde a cobrir o tratamento da dependência química, incluindo internação psiquiátrica. As comunidades terapêuticas seguem a RDC 29/2011 da Anvisa, e a rede pública se organiza pela Portaria 3.088/2011, que criou a RAPS.
A recaída acontece em muitos casos e não significa que o tratamento foi perdido. Por isso as clínicas planejam a alta com orientações para a família, encaminhamento para grupos de apoio e, quando possível, acompanhamento ambulatorial em Catu. Reconhecer os sinais cedo e pedir ajuda rápido faz diferença.
A dependência química afeta a família inteira, e a recuperação também depende dela. As clínicas organizam visitas, reuniões e orientação para os parentes, e muitas trabalham a codependência. Participar dessas etapas aumenta as chances de o tratamento continuar depois da alta.
O valor mensal muda com a estrutura, a cidade e o tipo de atendimento. Há clínicas populares, intermediárias e de alto padrão; algumas aceitam convênio ou parcelam. As clínicas que atendem Catu informam valores a partir de R$ 1.200 por mês. O atendente apresenta as opções dentro do que a família pode pagar, sem compromisso.
O Centro é um dos 3 bairros de Catu atendidos pela rede; o primeiro contato é pelo 0800 ou WhatsApp, sem deslocamento. As 12 clínicas que atendem Catu recebem pacientes de toda a cidade, com valor a partir de R$ 1.200 por mês; o atendente organiza com a família a chegada do paciente. Na Bahia, a rede tem 43 clínicas em 14 cidades, e as que concentram mais clínicas são Camaçari e Ilhéus.
Veja também a página de clínicas de recuperação em Catu - BA, com todos os bairros e as cidades vizinhas.
Todas as cidades da Bahia · outros estados
Algumas aceitam plano de saúde ou fazem reembolso; a maioria trabalha com pagamento particular, à vista ou parcelado. Informe o convênio ao atendente para ele indicar as unidades compatíveis.
CAPS AD é o Centro de Atenção Psicossocial para Álcool e outras Drogas, serviço gratuito do SUS que atende sem internação: consultas, grupos, medicação e apoio à família. Existe nas cidades maiores; nas menores o atendimento é feito pelo CAPS geral, pela UBS ou por referência a uma cidade vizinha. A Secretaria Municipal de Saúde de Catu informa qual é a unidade de referência.
O SUS atende dependência química de forma gratuita, principalmente em regime ambulatorial, pelo CAPS AD ou, onde não há, pelo CAPS geral e pela UBS. Internação gratuita existe em leitos de saúde mental de hospitais públicos e em comunidades terapêuticas conveniadas, com vagas limitadas e fila. Procure a Secretaria Municipal de Saúde de Catu para saber o caminho na cidade.
Sim. A Lei 13.840/2019 permite a internação involuntária de dependentes químicos a pedido da família ou do responsável legal, com laudo médico, comunicação ao Ministério Público e prazo máximo de 90 dias.
Converse em um momento calmo, sem acusações, e com proposta concreta de ajuda. Quando não há acordo e o risco é alto, a internação involuntária com laudo médico é um caminho previsto em lei. O atendente orienta a família nessa conversa.
Não precisa decidir tudo hoje, mas vale começar a conversa. Maurício atende pela central gratuita (0800 591 8895) e explica, sem compromisso, como funciona a internação para quem mora em Catu.
O Ache Clínicas é um portal que reúne anúncios de clínicas de recuperação e profissionais de saúde. A internação e o tratamento são de responsabilidade da clínica escolhida e da sua equipe. Não existe garantia de resultado; cada caso evolui de um jeito. Em emergência, chame o SAMU pelo 192 ou procure a UPA mais próxima. Para apoio emocional, o CVV atende pelo 188.