Clínicas de recuperação no Rio de Janeiro

No Rio de Janeiro, o Ache Clínicas reúne 62 clínicas de recuperação em 22 cidades, com internação masculina e feminina e valores a partir de R$ 1.000 por mês. As cidades com mais unidades são Rio de Janeiro (9), Maricá (6), Nova Iguaçu (6), Guapimirim (5), Seropédica (5), Cachoeiras de Macacu (4). Escolha a cidade abaixo para ver as unidades que atendem a sua família.

Clínicas de recuperação no Rio de Janeiro

Clínicas de recuperação no Rio de Janeiro

TanguaClínica de recuperação masculina intermediária em Tanguá - RJ
Tangua – RJ

Clínica de recuperação masculina intermediária em Tanguá - RJ

a partir de R$ 1.400,00/mês

MaricaClínica de recuperação para mulheres de alto padrão em Maricá - RJ
Marica – RJ

Clínica de recuperação para mulheres de alto padrão em Maricá - RJ

a partir de R$ 2.500,00/mês

ItaguaiClínica de recuperação feminina intermediária em Itaguaí - RJ
Itaguai – RJ

Clínica de recuperação feminina intermediária em Itaguaí - RJ

a partir de R$ 1.400,00/mês

MaricaResidência para idosos mista intermediária em Maricá - RJ
Marica – RJ

Residência para idosos mista intermediária em Maricá - RJ

a partir de R$ 3.000,00/mês

MaricaClínica de recuperação feminina por R$ 2.000/mês em Maricá - RJ
Marica – RJ

Clínica de recuperação feminina por R$ 2.000/mês em Maricá - RJ

a partir de R$ 2.000,00/mês

ItaboraiClínica de recuperação masculina por R$ 1.500/mês em Itaboraí - RJ
Itaborai – RJ

Clínica de recuperação masculina por R$ 1.500/mês em Itaboraí - RJ

a partir de R$ 1.500,00/mês

ItaboraiClínica de recuperação masculina intermediária em Itaboraí - RJ
Itaborai – RJ

Clínica de recuperação masculina intermediária em Itaboraí - RJ

a partir de R$ 1.500,00/mês

MaricaClínica de recuperação feminina por R$ 1.500/mês em Maricá - RJ
Marica – RJ

Clínica de recuperação feminina por R$ 1.500/mês em Maricá - RJ

a partir de R$ 1.500,00/mês

MaricaClínica de recuperação feminina intermediária em Maricá - RJ
Marica – RJ

Clínica de recuperação feminina intermediária em Maricá - RJ

a partir de R$ 1.500,00/mês

AraruamaClínica de recuperação mista intermediária em Araruama - RJ
Araruama – RJ

Clínica de recuperação mista intermediária em Araruama - RJ

a partir de R$ 1.200,00/mês

AraruamaLar de idosos misto em Araruama - RJ
Araruama – RJ

Lar de idosos misto em Araruama - RJ

a partir de R$ 2.500,00/mês

MageClínica de recuperação masculina por R$ 1.000/mês em Magé - RJ
Mage – RJ

Clínica de recuperação masculina por R$ 1.000/mês em Magé - RJ

a partir de R$ 1.000,00/mês

Encontre clínicas de recuperação na sua cidade no Rio de Janeiro

Cidades com clínica cadastrada

Todas as cidades do Rio de Janeiro

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Como funciona a internação

  1. Primeiro contatoA família fala com Milena pelo WhatsApp ou pelo 0800 591 8895. A conversa é gratuita e sigilosa: o atendente pergunta sobre a substância, o tempo de uso, a idade e se a pessoa aceita o tratamento.
  2. Escolha da clínicaA família recebe as opções com fotos e valores e escolhe com calma. Dá para perguntar sobre rotina, visitas e equipe antes de fechar; o atendente reserva a vaga assim que a família decide.
  3. Internação e acompanhamentoNa clínica, há avaliação inicial, desintoxicação acompanhada e um plano de tratamento com terapia, atividades e orientação à família, que acompanha a evolução.

Tipos de internação e valores no Rio de Janeiro

Das 62 clínicas que atendem famílias do Rio de Janeiro, são 29 masculinas, 11 femininas e 22 mistas; 46 com internação involuntária (e voluntária), 3 apenas voluntária e 9 de moradia para idosos. Todas publicam o valor mensal: de R$ 1.000 a R$ 24.000, com mediana de R$ 1.500 (46 custam até R$ 2.000). O valor costuma incluir hospedagem, alimentação e a rotina terapêutica; confirme o que está incluído antes de fechar. Todas trazem fotos reais da estrutura no anúncio, o que ajuda a comparar quartos, áreas comuns e refeitório antes de decidir.

FaixaValor mensalNo Rio de JaneiroNo Rio de JaneiroO que costuma incluir
Popularaté R$ 1.50039 clínicas, desde R$ 1.00039 clínicasquarto coletivo, refeições, rotina terapêutica e equipe básica
IntermediáriaR$ 1.500 a R$ 3.00017 clínicas, desde R$ 1.60017 clínicasquarto compartilhado, enfermagem, psicólogo e psiquiatra periódicos
Alto padrãoR$ 3.000 a R$ 6.0001 clínica, desde R$ 3.6001 clínicasuíte individual ou dupla, equipe completa, terapias individuais
Premiumacima de R$ 6.0005 clínicas, desde R$ 6.9005 clínicassuíte, equipe exclusiva, terapias complementares e estrutura de lazer

O que as 62 clínicas do Rio de Janeiro citam nos próprios anúncios

Quem é atendido

Mulheres

11 unidades femininas e 22 mistas

Unidades femininas ou mistas com alas separadas dão mais segurança e tratam questões próprias: maternidade, violência, autoestima e traumas. A adesão costuma ser maior em ambiente exclusivo.

Homens

29 unidades masculinas e 22 mistas

Quase toda a rede atende homens. As unidades combinam rotina, atividade física, laborterapia e terapia em grupo, e muitas aceitam internação involuntária com laudo médico.

Idosos

9 de moradia para idosos

O dependente idoso tem mais risco de interação medicamentosa e doenças associadas, e o isolamento costuma ser gatilho. Parte da rede oferece também moradia assistida para idosos, com cuidadores e enfermagem.

Adolescentes

Menores de idade precisam de autorização dos responsáveis, equipe com formação em adolescência, espaço separado dos adultos e, em alguns casos, acompanhamento do Conselho Tutelar ou da Justiça. Poucas unidades atendem; informe a idade no primeiro contato.

Duplo diagnóstico

11 anúncios citam psiquiatra

Quando há depressão, ansiedade, bipolaridade ou esquizofrenia junto com a dependência, a clínica precisa de psiquiatra com presença regular e protocolo para medicação. Informe ao atendente todo diagnóstico e remédio em uso.

Convênios e planos de saúde aceitos

A Lei 9.656/1998 e o rol da ANS obrigam os planos de saúde a cobrir o tratamento da dependência química, inclusive internação psiquiátrica, sem limite de dias para o quadro agudo. Quando o plano cobre uma unidade em outra cidade ou estado, a própria clínica organiza a remoção do paciente, e a família arca apenas com o que ficar fora da cobertura.

10 das 62 clínicas que atendem famílias do Rio de Janeiro atendem por plano de saúde. Convênios atendidos, com o número de clínicas que aceitam cada um:

  • Bradesco8
  • Unimed8
  • SulAmérica7
  • Porto Seguro Saúde4
  • Fusex3
  • Unimed Nacional3
  • Unimed Regional3
  • Unimed seguros3
  • Cassi2
  • One Health1
  • Plamol1
  • Osaf1
  • +44 planos

Fora essas, o Ache reúne 107 clínicas em 14 estados que atendem por convênio, somando 56 planos. Quando o plano cobre uma dessas unidades, a remoção sai do Rio de Janeiro por conta da clínica. Os mais aceitos na rede:

  • Bradesco95
  • SulAmérica81
  • Unimed63
  • Cassi48
  • Unimed seguros47
  • Mediservice45
  • Porto Seguro Saúde43
  • Golden cross39
  • Postal saúde35
  • Geap33
  • Metrus32
  • Unimed Nacional32

Se o plano negar a cobertura, a família pode reclamar na ANS (0800 701 9656) e solicitar a negativa por escrito; várias negativas são revertidas com o pedido médico e o laudo.

O que as clínicas tratam

Dependência química

crack, cocaína, maconha, medicamentos e outras drogas
  • Avaliação médica e psiquiátrica na entrada
  • Desintoxicação acompanhada por médico e enfermagem
  • Terapia individual e em grupo (TCC, entrevista motivacional ou 12 passos, conforme a linha da clínica)
  • Atividades físicas, laborterapia e, em parte das unidades, espiritualidade
  • Orientação à família e prevenção à recaída

Alcoolismo

dependência de álcool, isolada ou combinada
  • Retirada do álcool com supervisão médica, porque a abstinência pode causar convulsão e delirium tremens
  • Medicação para a abstinência e, quando indicada, para reduzir a fissura
  • Atenção ao fígado, à pressão e à alimentação
  • Grupos de apoio e trabalho com a família

Duplo diagnóstico

dependência com depressão, ansiedade, bipolaridade ou esquizofrenia
  • Presença regular de psiquiatra na equipe
  • Tratamento das duas condições ao mesmo tempo
  • Medicação prescrita e supervisionada
  • Programa adaptado ao diagnóstico duplo

Fases do tratamento

  1. AvaliaçãoPrimeiro o atendente, depois a equipe da clínica: avaliação médica e psicológica que define o tipo de internação e o plano.
  2. AdmissãoDocumentos, contrato, exames de entrada e acolhimento do paciente e da família, com a lista do que pode e do que não pode levar.
  3. DesintoxicaçãoPrimeiras duas semanas: controle da abstinência com médico e enfermagem, sono e alimentação regulados.
  4. ReabilitaçãoDe 30 a 180 dias de terapia individual e em grupo, atividades físicas, laborterapia e trabalho com a família.
  5. RessocializaçãoPreparação para a vida fora: saídas supervisionadas, vínculos refeitos e um plano para depois da alta.
  6. Pós-tratamentoDepois da alta: retornos, grupos de apoio como AA, NA e Amor-Exigente e estratégias de prevenção à recaída.

Como escolher a clínica

Acompanhamento depois da alta no Rio de Janeiro

A internação é uma etapa; a recuperação se sustenta no acompanhamento depois da alta. No Rio de Janeiro, o Ache Clínicas tem 64.146 profissionais de saúde cadastrados em 102 cidades, entre eles 1.665 psiquiatras e 9.947 psicólogos; 12.606 atendem também online. Defina com a clínica, antes da alta, quem vai seguir o caso. Psiquiatras no Rio de Janeiro · Psicólogos no Rio de Janeiro.

Atendimento público, grupos de apoio e o que diz a lei

A rede pública também atende. O CAPS AD, ou o CAPS geral e a UBS onde não há CAPS AD, oferece consultas, grupos, medicação e apoio à família sem custo e sem internação. Internação gratuita existe em leitos de saúde mental de hospitais públicos e em comunidades terapêuticas conveniadas, com vagas limitadas. A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro informa a unidade de referência. Grupos de apoio como Alcoólicos Anônimos, Narcóticos Anônimos e Amor-Exigente têm reuniões gratuitas e complementam qualquer tratamento. Em crise: SAMU 192, CVV 188 (apoio emocional, 24 horas) e Disque 100 (violação de direitos).

O que a família do Rio de Janeiro pode exigir está escrito em lei. Pela Lei 10.216/2001, o paciente tem direito a tratamento humanizado, com informação sobre o que é feito e sem isolamento abusivo; pela Lei 13.840/2019, a internação involuntária é legal quando pedida pela família com laudo médico, comunicada ao Ministério Público em 72 horas e limitada a 90 dias; pela Lei 9.656/1998 e pelo rol da ANS, o plano de saúde não pode negar cobertura para dependência química, inclusive internação. Comunidades terapêuticas são reguladas pela RDC 29/2011 da Anvisa, e o CAPS AD faz parte da RAPS, criada pela Portaria 3.088/2011.

Termos que a família vai ouvir

Comunidade terapêutica
Residência coletiva de longa permanência (6 a 12 meses), com rotina de trabalho, espiritualidade e convivência, regulada pela RDC 29/2011 da Anvisa. A fase aguda precisa de cuidado médico antes.
Internação voluntária
Quem assina a entrada é o próprio paciente. Costuma ter melhor adesão ao tratamento e pode ser interrompida a pedido dele, com avaliação da equipe.
Prevenção à recaída
O que o paciente aprende na internação para reconhecer gatilhos, lidar com a fissura e pedir ajuda cedo. É trabalhada antes da alta e continua no acompanhamento.
Desintoxicação
Primeira fase da internação, em geral de 7 a 15 dias: o organismo elimina a substância com médico e enfermagem por perto, para passar pela abstinência sem risco.
Laborterapia
Atividades manuais e ocupacionais (horta, cozinha, oficinas, manutenção) com função terapêutica, para rotina, responsabilidade e autoestima.
Duplo diagnóstico (comorbidade)
Dependência química junto com outro transtorno mental, como depressão, ansiedade, bipolaridade ou esquizofrenia. Exige psiquiatra na equipe e tratamento das duas condições ao mesmo tempo.
Síndrome de abstinência
Sintomas físicos e psíquicos que aparecem quando o uso é interrompido: tremor, insônia, ansiedade, sudorese e, no álcool, risco de convulsão e delirium tremens. Por isso a desintoxicação precisa de acompanhamento médico.
Internação involuntária
A família ou o responsável legal pede, com laudo médico, sem o consentimento do paciente. Prevista na Lei 10.216/2001 e na Lei 13.840/2019, com comunicação ao Ministério Público e prazo máximo de 90 dias.

Perguntas frequentes sobre clínica de recuperação no Rio de Janeiro

Como é a rotina dentro da clínica?

Rotina com horário para acordar, refeições, terapia individual e em grupo, atividades físicas, espirituais (quando a clínica tem essa linha) e laborterapia, com acompanhamento médico e de enfermagem.

Quanto tempo dura a internação?

Em geral são períodos de 3 a 6 meses, ajustados pela equipe conforme a evolução do paciente. A internação involuntária tem prazo máximo de 90 dias pela Lei 13.840/2019, podendo ser convertida em voluntária.

Como funciona a remoção do paciente?

Quando a família não consegue levar o paciente, parte das clínicas oferece remoção com equipe treinada, normalmente com enfermeiro, em veículo próprio. Só pode acontecer com a documentação da internação em ordem (laudo médico, no caso da involuntária) e deve respeitar a dignidade da pessoa. O atendente informa quais unidades que atendem Rio de Janeiro fazem a remoção e quanto custa.

A clínica atende adolescentes?

Algumas unidades atendem menores de idade, com autorização dos responsáveis e, quando necessário, acompanhamento do Conselho Tutelar ou da Justiça. Informe a idade do paciente no primeiro contato.

O SUS interna de graça no Rio de Janeiro?

O SUS atende dependência química de forma gratuita, sobretudo em regime ambulatorial, pelo CAPS AD ou, onde não há, pelo CAPS geral e pela UBS. Internação gratuita existe em leitos de saúde mental de hospitais públicos e em comunidades terapêuticas conveniadas, com vagas limitadas e fila. Consulte a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro para saber o caminho na cidade.

A internação involuntária é legal?

Sim. A Lei 13.840/2019 permite a internação involuntária de dependentes químicos a pedido da família ou do responsável legal, com laudo médico, comunicação ao Ministério Público e prazo máximo de 90 dias.

Posso internar alguém do Rio de Janeiro em clínica de outra cidade?

Sim, e é frequente. A distância de casa muitas vezes ajuda no começo do tratamento, por afastar o paciente dos lugares e das pessoas ligados ao uso. As clínicas da rede recebem famílias de outras cidades e organizam a chegada do paciente; as visitas são combinadas com a clínica.

Quanto custa uma clínica de recuperação no Rio de Janeiro?

No Rio de Janeiro, os valores informados começam em R$ 1.000 por mês. O valor depende da estrutura, do tipo de internação e da cidade. O atendente informa as opções dentro do orçamento da família, sem compromisso.

Quer saber qual clínica tem vaga agora para alguém do Rio de Janeiro? Milena responde pelo 0800 591 8895 e pelo WhatsApp, sem custo, e envia fotos e valores das unidades disponíveis.

O Ache Clínicas é um portal de divulgação de clínicas de recuperação e profissionais de saúde. Quem interna e trata é a clínica escolhida, com a própria equipe de saúde. Não existe garantia de resultado; cada caso evolui de um jeito. Em emergência, ligue 192 (SAMU) ou procure a UPA mais próxima. Para apoio emocional, o CVV atende pelo 188.